SILÊNCIO
Eu costumo deixar,
na minha poesia, os rastros do meu
silêncio.
Falar de coisas que doem,
só em poesia elas são suavizadas,
na leveza de cada verso.
A poesia
é apaziguadora,
conciliadora,
ela une,
enlaça,
abraça,
cura feridas,
permite-se sincera,
sempre singela...
Poasia,
ó tu poesia, és companheira
e amiga da minháalma!
na minha poesia, os rastros do meu
silêncio.
Falar de coisas que doem,
só em poesia elas são suavizadas,
na leveza de cada verso.
A poesia
é apaziguadora,
conciliadora,
ela une,
enlaça,
abraça,
cura feridas,
permite-se sincera,
sempre singela...
Poasia,
ó tu poesia, és companheira
e amiga da minháalma!
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