Agora que tudo realmente
terminou,

não nos culpemos
um ao outro por nada mais;

porque, independentemente
do que nos fizemos,

cada um é inalienavelmente
responsável

somente pelo que de si
permitiu sair

em luzes, sombras
ou chuvas verborrágicas;

e isto já basta, com sobras,
para nossas mortes
de asas.

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