Fim dos tempos de heróis
Desde criança vivendo em sombras
Nunca foi não difícil desejar
Em meio às cobras
Que ao tentar
Elas lentamente sufocam
Tudo que tenta florescer
E no final nunca acabam
O que resta é morrer
Felizmente flores nasciam
Salvando as pessoas
Mostrando que as amam
Infelizmente as cobras solta
Cobra que engana
Seu veneno impregna
Pessoas que mudam
Assim as flores se acabam
Manchas escarlates
Corpos em mangues
Mãos sujas em sangue
Cidade com várias mortes...
Nunca foi não difícil desejar
Em meio às cobras
Que ao tentar
Elas lentamente sufocam
Tudo que tenta florescer
E no final nunca acabam
O que resta é morrer
Felizmente flores nasciam
Salvando as pessoas
Mostrando que as amam
Infelizmente as cobras solta
Cobra que engana
Seu veneno impregna
Pessoas que mudam
Assim as flores se acabam
Manchas escarlates
Corpos em mangues
Mãos sujas em sangue
Cidade com várias mortes...
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*