Escorpião e o ferrão
Suicídio, sim tu que me puxas a blusa a cada momento inadvertidamente e eu sorrio sempre à tua chegada, desconfiando sempre da duração da visita...
O teu toque é calmo, é antes um roçar na porta de madeira antiga calcinada pelo sol...
Faço-te sempre lugar como um velho amigo e tens sempre a chave da porta e sabes bem, ela nunca está trancada!!!
Já agora, não te tenho visto muito ultimamente!?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*