A Coruja Soberana
O hálito da aurora chega com mansidão.
Observo as últimas deambulações da coruja antes de chegar ao seu poiso final...
Percorro estes caminhos na madrugada como um náufrago numa ilha sem esperança...
O dia chega! As pessoas começam a sair e eu começo a recolher-me nos meus aposentos mais íntimos, nem luz, nem calor,nem palavra, entra neste local recôndito... só eu!!!
Se ao menos conseguisse dormir penso,- tens tempo, responde o eco do destino de pronto, lá onde a coruja soberana da noite não entra, mas fica à porta e pressente quem vai entrar...
Observo as últimas deambulações da coruja antes de chegar ao seu poiso final...
Percorro estes caminhos na madrugada como um náufrago numa ilha sem esperança...
O dia chega! As pessoas começam a sair e eu começo a recolher-me nos meus aposentos mais íntimos, nem luz, nem calor,nem palavra, entra neste local recôndito... só eu!!!
Se ao menos conseguisse dormir penso,- tens tempo, responde o eco do destino de pronto, lá onde a coruja soberana da noite não entra, mas fica à porta e pressente quem vai entrar...
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