A banalidade (soneto)
A banalidade (soneto)
Trago no peito entranhada a solidão
À minha alma, já falta inspiração
Esperanças, especulações e fantasia...
São hesitações do momento a cada dia.
A banalidade da indiferença
Sofrida com calma pela descrença,
Fez de mim um intrépido lutador,
Que nem na última gota, sente a dor
E se a dor, persistir em magoar,
Do meu peito, hei de a arrancar
E não serão os delírios do coração,
Que irão impedir de eu controlar
Nem mesmo evitar de abortar
A intensidade dessa louca paixão !
São Paulo, 19/04/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meus blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Trago no peito entranhada a solidão
À minha alma, já falta inspiração
Esperanças, especulações e fantasia...
São hesitações do momento a cada dia.
A banalidade da indiferença
Sofrida com calma pela descrença,
Fez de mim um intrépido lutador,
Que nem na última gota, sente a dor
E se a dor, persistir em magoar,
Do meu peito, hei de a arrancar
E não serão os delírios do coração,
Que irão impedir de eu controlar
Nem mesmo evitar de abortar
A intensidade dessa louca paixão !
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