Lembranças do Amor
Nada mais vejo além da escura penumbra
Desta recordação que me desfaço de minha alma
Que cala-me e faz padecer em súbito silencio
A solidão que habita nas verdades, dizendo nada existir
Desta que incrusta em minha garganta
Que asfixia-me como o escarro matinal
Do meu delírio da realidade ínfima
Do repúdio de meu ser incrédulo - ódio eterno-
Digo-lhes, amados, que deste dia não proveis
Por tantas outras nascentes, não sacia-o está!
E ainda pronuncias de nunca velar do ser próprio
Pois de teu veneno, ainda há de provar
Desde então, parte deste mundo pertenço
Da mesma terra que esconde a vala que há de ansiar
Onde extinguem em lágrimas que derramam pelas faces pálidas e descoradas
E perfilam pela alma, banhando-a de felicidades passadas
Desta quebra dos lapsos dos sonhos com a subjetividade
Das fontes que aqui se secam com o ultimo escoar de esperança
Até as verdades ditas pela ausência do inseparável
Nunca irei de me esquecer deste que me fez única mente ser...
Desta recordação que me desfaço de minha alma
Que cala-me e faz padecer em súbito silencio
A solidão que habita nas verdades, dizendo nada existir
Desta que incrusta em minha garganta
Que asfixia-me como o escarro matinal
Do meu delírio da realidade ínfima
Do repúdio de meu ser incrédulo - ódio eterno-
Digo-lhes, amados, que deste dia não proveis
Por tantas outras nascentes, não sacia-o está!
E ainda pronuncias de nunca velar do ser próprio
Pois de teu veneno, ainda há de provar
Desde então, parte deste mundo pertenço
Da mesma terra que esconde a vala que há de ansiar
Onde extinguem em lágrimas que derramam pelas faces pálidas e descoradas
E perfilam pela alma, banhando-a de felicidades passadas
Desta quebra dos lapsos dos sonhos com a subjetividade
Das fontes que aqui se secam com o ultimo escoar de esperança
Até as verdades ditas pela ausência do inseparável
Nunca irei de me esquecer deste que me fez única mente ser...
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