Lembro quando percebi que não havia mais lugar naquele mundo para mim.
Eu era doida demais para caber em qualquer linha de raciocínio alheia.
Desajustada demais para funcionar bem junto a qualquer existência.
Eu chorei quando percebi que tinha me desencontrado da estrada que tanto conhecia.
Agora, com o que me restou, agradeço.
Pois foi sem chão que pude enfim usar minhas asas.
Realmente não perteço a lugar nenhum, tô abrindo mão desse lance de estar contida.
Prefiro as coisas assim...
Eu sou mesmo o excesso, o tudo ou nada...
Uma entrada que nem sempre sai no mesmo lugar...uma constante mudança.
Eu sou um país que nem Napoleão poderia dominar.
Minha fronteira é o universo.
E hoje eu sei; minha regra é a exceção.
Eu era doida demais para caber em qualquer linha de raciocínio alheia.
Desajustada demais para funcionar bem junto a qualquer existência.
Eu chorei quando percebi que tinha me desencontrado da estrada que tanto conhecia.
Agora, com o que me restou, agradeço.
Pois foi sem chão que pude enfim usar minhas asas.
Realmente não perteço a lugar nenhum, tô abrindo mão desse lance de estar contida.
Prefiro as coisas assim...
Eu sou mesmo o excesso, o tudo ou nada...
Uma entrada que nem sempre sai no mesmo lugar...uma constante mudança.
Eu sou um país que nem Napoleão poderia dominar.
Minha fronteira é o universo.
E hoje eu sei; minha regra é a exceção.
Comentários (2)
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Nay
2020-06-02
Voltarei meu nobre, vou descodifica los da minha mente p as vossas.
2020-06-02
Pois somente esses? Intensos eu sei, mas humano sou, trabalho em quantias e sobre teus poemas, quanto mais melhor.
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