Madalena
Música Para Bartò
Para melhorar minha vida
eu fui trabalhar em São Paulo
Vivia na selva de pedras, tristonho
sozinho, um coitado!
Eu trabalhava todo dia
bem longe da minha pensão
Era numa padaria no Bairro da Aclimação!
trabalhava todo dia e era muito esforçado
Chamavam-me de Paraíba
Mas eu sou Severino Arnaldo!
Certas coisas eu não entendia
Vivia tristonho e calado!
Pois eu era um bóia-fria
Na boca dos embriagados!
Sentia saudade de casa e também não me divertia
Até que numa noite tão fria
Encontrei uma paraibana tão alta, tão bela e bacana!
Daquele dia em diante a minha vida mudou
Pois encontrei meu amor
Com cheiro de rosa e de flor!
Começamos a namorar de mãos bem agarradinhas!
Ela me chamava de Amor
Eu a chamava Coisinha
Que coisa singela é o amor!
Todo domingo prá missa eu ia agradecer
Por ter encontrado a mulher que sonhava
A razão do meu bem viver!
Ela me dava guarida,
carinho e muita proteção!
Coisinha era minha querida
A minha motivação!
Depois de algum tempo não sei o que aconteceu
Nunca mais ví meu amor
Coisinha desapareceu!
Hoje sou empresário o dono padaria
Para esquecer Coisinha
Eu curto também um baralho!
Apesar do sucesso da vida
Ser o rei das coxinhas
Eu sonho com a minha querida!
Com o seu cheiro de orvalho!
Fiz minhas malas e passei a viajar
Pois vivo em total solidão
Procurando em outras plagas
A dona do meu coração!
Estava no exterior
Disseram-me que uma brasileira
Da Máfia era prisioneira
Será que é o meu amor!?
Subornei um líder da escravidão
chamado Amoro
um ítalo-americano!
Que se vende por qualquer tostão!
Não me fiz de rogado beijei meu amor com paixão
voltamos para o nosso país
A gente ficou feliz
Engana-se quem quer ser enganado
A gente aqui é muito feliz!
Para melhorar minha vida
eu fui trabalhar em São Paulo
Vivia na selva de pedras, tristonho
sozinho, um coitado!
Eu trabalhava todo dia
bem longe da minha pensão
Era numa padaria no Bairro da Aclimação!
trabalhava todo dia e era muito esforçado
Chamavam-me de Paraíba
Mas eu sou Severino Arnaldo!
Certas coisas eu não entendia
Vivia tristonho e calado!
Pois eu era um bóia-fria
Na boca dos embriagados!
Sentia saudade de casa e também não me divertia
Até que numa noite tão fria
Encontrei uma paraibana tão alta, tão bela e bacana!
Daquele dia em diante a minha vida mudou
Pois encontrei meu amor
Com cheiro de rosa e de flor!
Começamos a namorar de mãos bem agarradinhas!
Ela me chamava de Amor
Eu a chamava Coisinha
Que coisa singela é o amor!
Todo domingo prá missa eu ia agradecer
Por ter encontrado a mulher que sonhava
A razão do meu bem viver!
Ela me dava guarida,
carinho e muita proteção!
Coisinha era minha querida
A minha motivação!
Depois de algum tempo não sei o que aconteceu
Nunca mais ví meu amor
Coisinha desapareceu!
Hoje sou empresário o dono padaria
Para esquecer Coisinha
Eu curto também um baralho!
Apesar do sucesso da vida
Ser o rei das coxinhas
Eu sonho com a minha querida!
Com o seu cheiro de orvalho!
Fiz minhas malas e passei a viajar
Pois vivo em total solidão
Procurando em outras plagas
A dona do meu coração!
Estava no exterior
Disseram-me que uma brasileira
Da Máfia era prisioneira
Será que é o meu amor!?
Subornei um líder da escravidão
chamado Amoro
um ítalo-americano!
Que se vende por qualquer tostão!
Não me fiz de rogado beijei meu amor com paixão
voltamos para o nosso país
A gente ficou feliz
Engana-se quem quer ser enganado
A gente aqui é muito feliz!
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