Outros
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EIS
Eis que a morte me leva
Mas ela é me suave
A obscuridade é me dura
E o silencio me sucumbe
O vazio me invade
E o nada me faz existir
O nada Ser me traz o vazio
E dentro de tudo me torno
A Vida, A Morte, e o Nada
Me dou conta do Nada
E me torno o EU
------
Noite
Na ambiência da noite
Me pego na pena
Sem pena
Mas na nostalgia
Encontro um soluço alegre
Me alegro triste
Sem Ser sendo
E sendo o Ser
Nostálgico
Procuro esse Ser
Encontro quem?
Eis o que procuramos
Quem?
Undeu? (Onde Estás?)
----
Ei-la
Ei-la, bela quanto pude imaginar
A mais ambiciosas fantasia
Serena como o crepúsculo cor-de-rosa
Risonha como um coração sereno
Ei-la, a minha Osíris
Fantasia do meu protótipo de beldade
A mais ambiciosa dos meus sonhos
idílicos
A alegria dos meus pensares poéticos
Ei-la, a rainha da minha prosa poética
As maravilhas das minhas penas de
coração
A menina, moça e mulher dos meus odes
Ei-la, a perfeição das minhas
imperfeiçoes
Osíris de inocente perfeiçoes
Comtemplada na contemplação de si
(mim) mesma (o).
----
Riso do Coração
O riso do coração
Será o palpitar calmo da felicidade
A brandura do amor
Ou será a felicidade idílica
A calmia do Coração
A cadência do viver
Egos simétricos
Ou ela e nós assimétricos
Um sono tranquilo
Um pensar calmo in(certo)
Um passado de por porvir
Ou
Anseios, desvaneios, ilusões
Acorrentados pelas correntes do coração.
----
Devaneando
Sentado a proa do meu coração
Devaneando triste num pensar pungente
Avisto um sentimento alegre
Que invade a alma sombria do meu ego
Deleitando na brisa dos meus
pensamentos
Almejo um pasmar alegre
Num horizonte sem alma
Onde um vazio profundo avista-se
Sem medo me mergulho
E avista nenhum nada
EIS
Eis que a morte me leva
Mas ela é me suave
A obscuridade é me dura
E o silencio me sucumbe
O vazio me invade
E o nada me faz existir
O nada Ser me traz o vazio
E dentro de tudo me torno
A Vida, A Morte, e o Nada
Me dou conta do Nada
E me torno o EU
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Noite
Na ambiência da noite
Me pego na pena
Sem pena
Mas na nostalgia
Encontro um soluço alegre
Me alegro triste
Sem Ser sendo
E sendo o Ser
Nostálgico
Procuro esse Ser
Encontro quem?
Eis o que procuramos
Quem?
Undeu? (Onde Estás?)
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Ei-la
Ei-la, bela quanto pude imaginar
A mais ambiciosas fantasia
Serena como o crepúsculo cor-de-rosa
Risonha como um coração sereno
Ei-la, a minha Osíris
Fantasia do meu protótipo de beldade
A mais ambiciosa dos meus sonhos
idílicos
A alegria dos meus pensares poéticos
Ei-la, a rainha da minha prosa poética
As maravilhas das minhas penas de
coração
A menina, moça e mulher dos meus odes
Ei-la, a perfeição das minhas
imperfeiçoes
Osíris de inocente perfeiçoes
Comtemplada na contemplação de si
(mim) mesma (o).
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Riso do Coração
O riso do coração
Será o palpitar calmo da felicidade
A brandura do amor
Ou será a felicidade idílica
A calmia do Coração
A cadência do viver
Egos simétricos
Ou ela e nós assimétricos
Um sono tranquilo
Um pensar calmo in(certo)
Um passado de por porvir
Ou
Anseios, desvaneios, ilusões
Acorrentados pelas correntes do coração.
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Devaneando
Sentado a proa do meu coração
Devaneando triste num pensar pungente
Avisto um sentimento alegre
Que invade a alma sombria do meu ego
Deleitando na brisa dos meus
pensamentos
Almejo um pasmar alegre
Num horizonte sem alma
Onde um vazio profundo avista-se
Sem medo me mergulho
E avista nenhum nada
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