Céu indiferente continua recolhendo

Para depois jogar poeiras astrais,

Criaturinhas esplêndidas morrem

E não renascem e, os que ficam fingem

Que ele está em algum braço
benevolente.

Fartamos-nos desde ontem das datas eloquentes;

Chega de presentes!

Reclamação de fome com carcaças
fincadas nos dentes!

Diversão sem emoção!

Abraços e dias sem afeto!
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