Silencia os trovões à volta
Desliga teus raios abjetos
Encandeça somente as partículas
Das luzes particulares
Dos colares que adornam
As faces cerradas e ocultas
Das tuas vontades loucas
Elimina assim das gavetas
As roupas que adornam
Tua amálgama revolta
Na prata das desperanças
No agouro das incertezas
Na tradução dos olhos rasos
Das razões das tuas contendas
Veleja teu momento ímpar
Crente por entre as ondas
E à beira da restinga
No refúgio da costa âmbar
Espreguiçada no oceano vesgo
Quando entorna os mangues
Desarranjados às vezes
Vergados com a sorte
Sem algas e nem norte
E perspectivas de ordem
Mas nem sempre é o mar
Essa garganta voraz
Devoradora de foz
Ainda que por si mareia
Debaixo do nariz
Tudo se reanima e refaz
No continente vasto
Daquilo que nos instiga
Reavivar idos castelos
Feitos de água e areia
Desliga teus raios abjetos
Encandeça somente as partículas
Das luzes particulares
Dos colares que adornam
As faces cerradas e ocultas
Das tuas vontades loucas
Elimina assim das gavetas
As roupas que adornam
Tua amálgama revolta
Na prata das desperanças
No agouro das incertezas
Na tradução dos olhos rasos
Das razões das tuas contendas
Veleja teu momento ímpar
Crente por entre as ondas
E à beira da restinga
No refúgio da costa âmbar
Espreguiçada no oceano vesgo
Quando entorna os mangues
Desarranjados às vezes
Vergados com a sorte
Sem algas e nem norte
E perspectivas de ordem
Mas nem sempre é o mar
Essa garganta voraz
Devoradora de foz
Ainda que por si mareia
Debaixo do nariz
Tudo se reanima e refaz
No continente vasto
Daquilo que nos instiga
Reavivar idos castelos
Feitos de água e areia
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