INCÓGNITA
Olho pra você e não consigo entender quem sou eu, onde estou, para aonde vou, o que aconteceu, o por quê. Pessoa intrigante, desafiante não obstante difícil de ler, palavras cruzadas, emaranhadas nas bocas caladas nada a dizer.
Nada provado, quase tudo ocultado com receio apegado, de olhos bem fechados ainda consigo ver, sentir com o coração na palma da mão os caminhos em vão, vazios a percorrer.
Neles não há delícias feito as primícias nos dias das primeiras carícias, são acinzentados e desfigurados, sepulcros caiados cheios de malícias.
Estão todos doentes sem médicos e medicamentos, morrerão na mediocridade e nos desalentos, na negrura do medo talvez tarde ou bem cedo em tudo haja sentido para tanto segredo.
Mesmo com o coração esmiuçado, sangrando e chorando, assim sigo andando num dilema sem fim, porque a razão fala mais alto que a emoção dentro de mim.
Leva-me então à esperança de sobreviver como num dia de matança quando os covardes submetem seus criados ao mais duro castigo para depois atravessá-los com uma lança.
Cresce a ânsia de ter tudo revelado não sabendo se o preço é alto ou apenas uns trocados, apenas digo que os valores já foram dados.
Obstinado coração altivo em questão de permanecer na dureza surreal dos acontecimentos, que estão a transtornar a vida e os sentimentos de um amor injustiçado que segue lado a lado a essa incógnita de ventos.
Nada provado, quase tudo ocultado com receio apegado, de olhos bem fechados ainda consigo ver, sentir com o coração na palma da mão os caminhos em vão, vazios a percorrer.
Neles não há delícias feito as primícias nos dias das primeiras carícias, são acinzentados e desfigurados, sepulcros caiados cheios de malícias.
Estão todos doentes sem médicos e medicamentos, morrerão na mediocridade e nos desalentos, na negrura do medo talvez tarde ou bem cedo em tudo haja sentido para tanto segredo.
Mesmo com o coração esmiuçado, sangrando e chorando, assim sigo andando num dilema sem fim, porque a razão fala mais alto que a emoção dentro de mim.
Leva-me então à esperança de sobreviver como num dia de matança quando os covardes submetem seus criados ao mais duro castigo para depois atravessá-los com uma lança.
Cresce a ânsia de ter tudo revelado não sabendo se o preço é alto ou apenas uns trocados, apenas digo que os valores já foram dados.
Obstinado coração altivo em questão de permanecer na dureza surreal dos acontecimentos, que estão a transtornar a vida e os sentimentos de um amor injustiçado que segue lado a lado a essa incógnita de ventos.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael