Este bordo, bom amor
E no capítulo final, meu coração suspira muito.
Conversas que se perderam, assombros vividos.
Alunando nos olhos, todas as poucas promessas, pendurando sonhos de amores infinitos.
Enganei meu sorriso, pensando estar no conforto dos braços de alguém que nunca soube amar. Erroneamente atirando meus devaneios, onde o afeto jamais iria permanecer.
Desejei-me doar, previsto te aceitar... Bem, como 'in Soul' em sublime dor.
Esquecer, voar, preciso em ser um bom, não mais que me iludir...
Velejar, fugir.
- Autor: Julio Anderson
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