Palavras de um garoto que acha que viveu demais. 😎
Constantemente nos fins de noite (ou início delas), sou prensado contra a parede e questionado por meus próprios pensamentos embaçados. E ainda que tente chegar a um acordo diferente entre 'o que há e o que ser'; Sou propriamente forçado a encarar a mesma resposta: *Eu não sei*.
Duramente me vendo lutando contra um terrível fantasma, não posso fugir do epílogo que é simplesmente não saber. Quase como uma antítese a vida, não saber se torna uma filosofia furada que ainda sim tem seus poucos valores.
Como um pobre dilema de estar entre ir e ficar, seguir ou voltar. E por mais que tudo indique o caminho favorito as "inlucidências" não me permitem dar um passo que seja.
É então, que a pífia filosofia materializa-se diante dos pensamentos infames.
Pois não importa o quão inteligente o indivíduo seja, sempre se verá refém da existência âmaga que o abraça.
Enxergando além do que as montanhas permitem, sem nunca saber o por que de uma vista tão paradisíaca ressoa-lo como uma grande prisão decorada.
No meu palpite poético... Eu diria que se trata de uma simples pegadinha da vida, e o que nos faz fascina -la, é a beleza por trás de todos os seus mistérios.
Autor: Júlio Anderson
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