O Sol
O Sol
Nos pináculos do zênite o sol dourado
Resplandece orbívago alcandorado
Projetando em catadupas a luz do dia
Rompendo as trevas na amplidão da utopia.
E nas pulquérrimas asas do Empíreo
Vives alado na imensidão do sidéreo
Por miríades de anos enamorado
Tens sido até pelo homem idolatrado
Na amplidão cerúlea, cercado de estrelas
Tu és o Rei perene entre as coisas belas
Habitas entre Deus, as estrelas e os céus
Os páramos celestiais, domínios de Deus!
Lídima é porém, essa tua morada
Pois foi Deus que te colocou na sua alçada
Para dares calor, luz e vida ao mundo
Demonstrando que até tu és oriundo.
São Paulo, 18/04/1964 (data da criação)
Armando A. C. Garcia
Visite meus Blogs:
http://brisadapoesia.blogspot.com
http://preludiodesonetos.blogspot.com
http://criancaspoesias.blogspot.com
Direitos autorais registrados
Mantenha a autoria do poema
Nos pináculos do zênite o sol dourado
Resplandece orbívago alcandorado
Projetando em catadupas a luz do dia
Rompendo as trevas na amplidão da utopia.
E nas pulquérrimas asas do Empíreo
Vives alado na imensidão do sidéreo
Por miríades de anos enamorado
Tens sido até pelo homem idolatrado
Na amplidão cerúlea, cercado de estrelas
Tu és o Rei perene entre as coisas belas
Habitas entre Deus, as estrelas e os céus
Os páramos celestiais, domínios de Deus!
Lídima é porém, essa tua morada
Pois foi Deus que te colocou na sua alçada
Para dares calor, luz e vida ao mundo
Demonstrando que até tu és oriundo.
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