MADRUGADA
É madrugada
o orvalho respinga triste
em minha alma fria,
trazendo a solidão,
minha única companhia.
Seu nome ecoa
em minha boca
e as estrelas,
tão boas atrizes,
fingem não perceber
o fim de meus dias felizes.
O dia espera,
como se toda solidão
pendesse das cortinas
e pudesse se soltar
ao amanhecer.
Que sabem os astros
do meu longo percurso
entre a noite e a manhã?
Andam por lá, em um céu
de ilusões e desenganos
nem se importam com meus planos.
De minhas dores, inocentes,
torpes e agonizantes... (destas, só eu sei)
o orvalho respinga triste
em minha alma fria,
trazendo a solidão,
minha única companhia.
Seu nome ecoa
em minha boca
e as estrelas,
tão boas atrizes,
fingem não perceber
o fim de meus dias felizes.
O dia espera,
como se toda solidão
pendesse das cortinas
e pudesse se soltar
ao amanhecer.
Que sabem os astros
do meu longo percurso
entre a noite e a manhã?
Andam por lá, em um céu
de ilusões e desenganos
nem se importam com meus planos.
De minhas dores, inocentes,
torpes e agonizantes... (destas, só eu sei)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Feito do brotar mais profundo
Foi
Através
Da sólida direção do todo
E não somente
De toda a totalidade e exatidão
Do sentimento
Que o intuit…
de Oliveira Melo
Redimir.
Achei meu caminho , mesmo por longo tempo esquecido - nas noites e madrugadas sem teu amor. Eu preciso me ancorar em um porto, onde as pr…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Condor libertário
Sempre
Que o pêndulo do momentâneo
Jubiloso se revelar
Em atos
Eu
Simples argumento idêntico
Em seu tributo
Exa…
de Oliveira Melo
Lamentações.
Somente você pode realmente me acompanhar nesta estrada tão longa de meu viver - tu foste a única mulher que me arrebatou , dizendo a pal…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*