MEU AMOR O QUE SERÁ DE NÓS?
O que será de nós se um dia meu amor
Nos rendermos aos apelos deste mundo
E ignorarmos o sentimento profundo
Que surge repentinamente em clamor?
De levar-nos à loucura ao que buscamos,
No prazer por prazer nas noites insanas,
Somos bacanas, e no outro dia aturamos
A dor da sutura que cose feridas ufanas.
Que sangram o invisível, e o que é visível
Não é plausível às nossas almas descrer,
Uma depressão aguda, muda e horrível
Que desperta o desejo de agonia: morrer.
Mas de repente uma voz que era ausente
Ouve-se no ambiente por todos os lados,
Nos recobrando memórias dos passados,
Encerrando o nosso choro que é recente.
Nos dando a razão para sermos sábios,
Nos livrando dos laços e abraços hostis,
Dos casulos do medo e dos opróbrios.
O que será de nós se formos ignóbeis?
Nos rendermos aos apelos deste mundo
E ignorarmos o sentimento profundo
Que surge repentinamente em clamor?
De levar-nos à loucura ao que buscamos,
No prazer por prazer nas noites insanas,
Somos bacanas, e no outro dia aturamos
A dor da sutura que cose feridas ufanas.
Que sangram o invisível, e o que é visível
Não é plausível às nossas almas descrer,
Uma depressão aguda, muda e horrível
Que desperta o desejo de agonia: morrer.
Mas de repente uma voz que era ausente
Ouve-se no ambiente por todos os lados,
Nos recobrando memórias dos passados,
Encerrando o nosso choro que é recente.
Nos dando a razão para sermos sábios,
Nos livrando dos laços e abraços hostis,
Dos casulos do medo e dos opróbrios.
O que será de nós se formos ignóbeis?
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael