OLHE O MAR
Olhe o mar como é lindo e parece infindo!
Águas bravias escumantes a calmas
Que banham a terra nos limites findo
Que tem toda a sorte de criaturas almas
E quando a gente vê pela primeira vez
Se encanta e se indaga: como isso se fez?
Olhe o mar com toda a sua majestade
Com todas as suas forças e belezas
Coitado! Está preso na porção seca
Restando por consolo suas profundezas
Cheia de criaturas almas, nisto não peca
Alimentando homens na árdua pesca.
Olhe o mar que recebe tudo às beças
Todos os organismos que o infesta
Ainda assim suas águas não são insossas
Tem o sal em abundância que presta
Este mar que o homem interpreta
E sabe um pouco dos mistérios acerca.
Da escuridão no centro da massa
Das profundezas e criaturas almas
Somente Deus sabe por onde passa.
Águas bravias escumantes a calmas
Que banham a terra nos limites findo
Que tem toda a sorte de criaturas almas
E quando a gente vê pela primeira vez
Se encanta e se indaga: como isso se fez?
Olhe o mar com toda a sua majestade
Com todas as suas forças e belezas
Coitado! Está preso na porção seca
Restando por consolo suas profundezas
Cheia de criaturas almas, nisto não peca
Alimentando homens na árdua pesca.
Olhe o mar que recebe tudo às beças
Todos os organismos que o infesta
Ainda assim suas águas não são insossas
Tem o sal em abundância que presta
Este mar que o homem interpreta
E sabe um pouco dos mistérios acerca.
Da escuridão no centro da massa
Das profundezas e criaturas almas
Somente Deus sabe por onde passa.
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