Tripulante Vip - Poema
Finalmente chegamos ao planeta arreT.
Ao pisar no chão seco e frágil,
procuro a população pela lupa
e encontro um ser nanico bem ágil.
Ele corre de um lado para o outro
procurando algo não identificado.
Impaciente com sua agonia,
tento de alguma maneira ajudá-lo.
Ao ser questionado, ele responde:
- Preciso fugir, preciso fugir!
Sem entender, ele me mostra o caminho
para onde devemos seguir.
Ele com suas pequeninas mãos
indicava a estranha natureza de seu planeta.
Em vés de árvores, tinha apenas madeiras no chão,
em vés dos frutos, haviam algumas borboletas.
Essas borboletas eram mecânicas,
controladas por um sistema.
Mais a frente havia um muro gigante
servindo como encosto para algemas.
Pessoas idosas, presas a uma tela
vivendo um mundo inexistente.
Diz o pequenino que todos viveram algemados
pela vida toda, inconscientes.
A água acabou,
e o dinheiro não tem mais função.
Os chefes voaram para outro lugar,
prosseguindo com a destruição.
Pedi ao pequenino que voltasse comigo
ele preferiu ficar para tentar mudar.
Coitado dele, ainda tem esperança
nesses seres que só pensam em ganhar.
Parti para meu lugar, esquecendo aquele território.
O medo que tinha de levar um tabefe, me fez mentir e sorrir.
Sorrir por ele não saber, que fui um desses chefes
que tinha como talento natural, roubar e destruir.
por Stefen Hermenegildo
Ao pisar no chão seco e frágil,
procuro a população pela lupa
e encontro um ser nanico bem ágil.
Ele corre de um lado para o outro
procurando algo não identificado.
Impaciente com sua agonia,
tento de alguma maneira ajudá-lo.
Ao ser questionado, ele responde:
- Preciso fugir, preciso fugir!
Sem entender, ele me mostra o caminho
para onde devemos seguir.
Ele com suas pequeninas mãos
indicava a estranha natureza de seu planeta.
Em vés de árvores, tinha apenas madeiras no chão,
em vés dos frutos, haviam algumas borboletas.
Essas borboletas eram mecânicas,
controladas por um sistema.
Mais a frente havia um muro gigante
servindo como encosto para algemas.
Pessoas idosas, presas a uma tela
vivendo um mundo inexistente.
Diz o pequenino que todos viveram algemados
pela vida toda, inconscientes.
A água acabou,
e o dinheiro não tem mais função.
Os chefes voaram para outro lugar,
prosseguindo com a destruição.
Pedi ao pequenino que voltasse comigo
ele preferiu ficar para tentar mudar.
Coitado dele, ainda tem esperança
nesses seres que só pensam em ganhar.
Parti para meu lugar, esquecendo aquele território.
O medo que tinha de levar um tabefe, me fez mentir e sorrir.
Sorrir por ele não saber, que fui um desses chefes
que tinha como talento natural, roubar e destruir.
por Stefen Hermenegildo
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