IGUAL A UM RIACHO SECANDO
Eu tenho que admitir que te amo,
Estou privado do seu amor e desejos.
Na solidão é o seu nome que clamo,
Com saudade do sabor dos seus beijos.
Se não sabes, posso dizer-lhe agora,
Aceite por favor as minhas desculpas,
Não se assuste sou um homem que chora
Arrependido implorando em súplicas.
Se não mais me quiseres fadado estarei,
A perambular pelas madrugadas vazias,
Sem destino e desorientado andarei,
No sofrimento pelo amargo dos dias.
Sem a sua companhia ao meu lado,
Me sinto igual a um riacho secando,
A cada ano em seu leito assoreado,
Sem as perenes chuvas chegando.
Assim acabarei na sequidão perecendo,
Restando apenas o meu curso vazio,
Carregado de organismos morrendo,
Por causa dos longos períodos de estio.
Estou privado do seu amor e desejos.
Na solidão é o seu nome que clamo,
Com saudade do sabor dos seus beijos.
Se não sabes, posso dizer-lhe agora,
Aceite por favor as minhas desculpas,
Não se assuste sou um homem que chora
Arrependido implorando em súplicas.
Se não mais me quiseres fadado estarei,
A perambular pelas madrugadas vazias,
Sem destino e desorientado andarei,
No sofrimento pelo amargo dos dias.
Sem a sua companhia ao meu lado,
Me sinto igual a um riacho secando,
A cada ano em seu leito assoreado,
Sem as perenes chuvas chegando.
Assim acabarei na sequidão perecendo,
Restando apenas o meu curso vazio,
Carregado de organismos morrendo,
Por causa dos longos períodos de estio.
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