Memórias de um jovem boêmio
Céus! Não sei se sou capaz
De cantar agonias severas
Para as mais belas megeras
Que a vida boêmia me traz
Deixai-me, ó fogo incessante
E leve contigo o calor
Da quieta chama do pudor
Não sou mais um néscio amante
Amar? Para que, se hei de sofrer
E ser tragado, no fim, pela pujança
De sonhar?! Talvez, acordar com esperança
De novamente um dia viver
Vou largar aquele passado
De noites em boemia
Pálido da embriaguez doentia
Doente do calor de ser amado
Os prazeres que a vida me traz
Vou largar nessas sujas ruelas
Acontece que essas putas megeras
Não me deixam em paz
De cantar agonias severas
Para as mais belas megeras
Que a vida boêmia me traz
Deixai-me, ó fogo incessante
E leve contigo o calor
Da quieta chama do pudor
Não sou mais um néscio amante
Amar? Para que, se hei de sofrer
E ser tragado, no fim, pela pujança
De sonhar?! Talvez, acordar com esperança
De novamente um dia viver
Vou largar aquele passado
De noites em boemia
Pálido da embriaguez doentia
Doente do calor de ser amado
Os prazeres que a vida me traz
Vou largar nessas sujas ruelas
Acontece que essas putas megeras
Não me deixam em paz
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