Sem Titulo(por minha escolha)
A gota se estilhaça repetidamente
O ponteiro ignora o fluxos da gente
Dia vira noite e o novo envelhece
Mas a gaiola é sempre a mesma
Nada de novo acontece
Vem a chuva, vem o sol, vem a lua e as estrelas
Planetas nascem e morrem junto a meteoros e cometas
Um seculo pode ser muito para quem está junto aos grilhões
Mas o universo só trabalha com escala de milhões
Oh tempo, hediondo tempo Porque cospe em nossos feitos
Porque torna obsoleto o que com tanto suor foi feito
Oh vida bela mentira!! De que adianta a existência
Se o final é sempre o mesmo VERMES TERRA inexistência
Mesmo assim todos se mantem em suas rotinas fúteis
Fazendo planos e metas que no fim são todas inúteis
Assim como esses versos jogados em telas vazias
Que um dia serão esquecidos por seu autor pelas memórias frias
O ponteiro ignora o fluxos da gente
Dia vira noite e o novo envelhece
Mas a gaiola é sempre a mesma
Nada de novo acontece
Vem a chuva, vem o sol, vem a lua e as estrelas
Planetas nascem e morrem junto a meteoros e cometas
Um seculo pode ser muito para quem está junto aos grilhões
Mas o universo só trabalha com escala de milhões
Oh tempo, hediondo tempo Porque cospe em nossos feitos
Porque torna obsoleto o que com tanto suor foi feito
Oh vida bela mentira!! De que adianta a existência
Se o final é sempre o mesmo VERMES TERRA inexistência
Mesmo assim todos se mantem em suas rotinas fúteis
Fazendo planos e metas que no fim são todas inúteis
Assim como esses versos jogados em telas vazias
Que um dia serão esquecidos por seu autor pelas memórias frias
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