DIVAGAÇÃO
Eu na minha simplicidade, na minha humilde forma de pensar, na divisão das águas que seguem o curso para o mar, no meu mínimo entendimento, por uma alma que no seu penar se convence ao arrependimento.
Eu com os meus olhos que pouco veem, com as minhas mãos que poucas forças têm, com os meus braços que não podem ir além, por uma vida que não está anelante por se redimir dos erros em evidência constante.
Eu com os meus passos curtos, com os meus pensamentos lentos, com os ventos de um tufão, com o coração na mão, por um amor em ilusão indo em outra direção em iminente colisão ao que lhe causa aflição nos sentidos em sua mente.
Eu nada sinto, não minto, admito que a razão de amar sem ser correspondido é rasgar o peito, sangrar o amor, furor em desconsolo na dor, é cegar-se com límpida visão, é tentar matar a sede com água salgada, é alimentar-se de ar, morrer a viver-se como alma penada.
Eu com os meus olhos que pouco veem, com as minhas mãos que poucas forças têm, com os meus braços que não podem ir além, por uma vida que não está anelante por se redimir dos erros em evidência constante.
Eu com os meus passos curtos, com os meus pensamentos lentos, com os ventos de um tufão, com o coração na mão, por um amor em ilusão indo em outra direção em iminente colisão ao que lhe causa aflição nos sentidos em sua mente.
Eu nada sinto, não minto, admito que a razão de amar sem ser correspondido é rasgar o peito, sangrar o amor, furor em desconsolo na dor, é cegar-se com límpida visão, é tentar matar a sede com água salgada, é alimentar-se de ar, morrer a viver-se como alma penada.
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