DIVAGAÇÃO
Eu na minha simplicidade, na minha humilde forma de pensar, na divisão das águas que seguem o curso para o mar, no meu mínimo entendimento, por uma alma que no seu penar se convence ao arrependimento.
Eu com os meus olhos que pouco veem, com as minhas mãos que poucas forças têm, com os meus braços que não podem ir além, por uma vida que não está anelante por se redimir dos erros em evidência constante.
Eu com os meus passos curtos, com os meus pensamentos lentos, com os ventos de um tufão, com o coração na mão, por um amor em ilusão indo em outra direção em iminente colisão ao que lhe causa aflição nos sentidos em sua mente.
Eu nada sinto, não minto, admito que a razão de amar sem ser correspondido é rasgar o peito, sangrar o amor, furor em desconsolo na dor, é cegar-se com límpida visão, é tentar matar a sede com água salgada, é alimentar-se de ar, morrer a viver-se como alma penada.
Eu com os meus olhos que pouco veem, com as minhas mãos que poucas forças têm, com os meus braços que não podem ir além, por uma vida que não está anelante por se redimir dos erros em evidência constante.
Eu com os meus passos curtos, com os meus pensamentos lentos, com os ventos de um tufão, com o coração na mão, por um amor em ilusão indo em outra direção em iminente colisão ao que lhe causa aflição nos sentidos em sua mente.
Eu nada sinto, não minto, admito que a razão de amar sem ser correspondido é rasgar o peito, sangrar o amor, furor em desconsolo na dor, é cegar-se com límpida visão, é tentar matar a sede com água salgada, é alimentar-se de ar, morrer a viver-se como alma penada.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
cores
tarde em cores frias boca triste avermelhada pingo azul mão molhada sala com luz amarela
manhã quente céu laranja …
feudido
delírio encapsulado
presa estou pela manhã a recolher as lágrimas livre sou à noite ao te recolher em minha cápsula quando me transbordar, a tez partida será…
Kátia Surreal
Dissonantes, se confundem - 09/09/2026
Será que a alegria é irmã da tristeza
Dissonantes, separadas se confundem,
A alegria é a exultação do bem estar
…
Armando A. C. Garcia
Muros de pedra ! - 24/07/2026
Eu tinha o mundo perdido
Na palma de minha mão,
Livre e solto, sacudido
Sem dinheiro, sem tostão.
…
Armando A. C. Garcia