para(s)quedas (2015)
para quedas para quem
de manter os
pés no chão
para aquelas
paralelas
ruas que nos levam
sem direção
- "Por que tantos carros?
Pra que correr?"
para as quedas
daquelas
flores
um momento de
contemplação
os mais belos
ramos de cores
alimentam o meu
coração
-"Por que tantos fardos?
Por que se enganar
se o verbo sagrado
só pode criar
aqui e agora?"
não sabe a gravidade
de manter os
pés no chão
para aquelas
paralelas
ruas que nos levam
sem direção
- "Por que tantos carros?
Pra que correr?"
para as quedas
daquelas
flores
um momento de
contemplação
os mais belos
ramos de cores
alimentam o meu
coração
-"Por que tantos fardos?
Por que se enganar
se o verbo sagrado
só pode criar
aqui e agora?"
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Primeiro Amor ... Primeiro Desencanto !
Afeição tão doce e mansa parecia
Nas respostas das palavras que dizia,
Não parecia um carinho duvidoso
Q…
Armando A. C. Garcia
É amando que se é amado.
Para quem nunca teve uma namorada fica muito difícil falar de amor - Ouvi falar muito que é dando que se recebe... é abraçando que se rec…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Revendo o que nunca antes
Se é de mágoa o que se cala sem régua o que ala que se faça entrave ao que molhe o deserto da língua com o suor do espanto
Darlan de Matos Cunha
Imponente irradiar longínquo
De cada comovente adeus
Tendo eu por singular
O instante
Ouço a Tua voz
Simples realidade diáfana
Num imponente irra…
de Oliveira Melo