Cobiça
Sob a tempestade do teu olhar te amei,
Beijei o desconhecido em teus lábios,
Sem medo do que se escondia além do coração,
Invólucro da sua beleza selvagem,
Poetizando em si o sofrimento,
Embalado pelo silêncio em teu ventre.
A simplicidade do teu corpo castigado pela vida,
Uniu-se ao meu numa fúria emudecida,
Acariciando a loucura do estranho desejo,
Imerso na pele fogosa cheio de enredos,
Tal qual o destino infinito das coisas,
Multiplicando a sabedoria em seus desdéns.
Tanto encanto num sorriso tímido,
Balbuciando os sonhos na esperança,
Dançando ao tempo dos vendavais,
Peripécias em traços mórficos,
Enamorando-se da liberdade atrevida.
Sirlânio Jorge Dias Gomes(R)
Beijei o desconhecido em teus lábios,
Sem medo do que se escondia além do coração,
Invólucro da sua beleza selvagem,
Poetizando em si o sofrimento,
Embalado pelo silêncio em teu ventre.
A simplicidade do teu corpo castigado pela vida,
Uniu-se ao meu numa fúria emudecida,
Acariciando a loucura do estranho desejo,
Imerso na pele fogosa cheio de enredos,
Tal qual o destino infinito das coisas,
Multiplicando a sabedoria em seus desdéns.
Tanto encanto num sorriso tímido,
Balbuciando os sonhos na esperança,
Dançando ao tempo dos vendavais,
Peripécias em traços mórficos,
Enamorando-se da liberdade atrevida.
Sirlânio Jorge Dias Gomes(R)
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