males que se espantam
o sangue congela em minhas veias
e eu digo estou morrendo aqui dentro
a casa arde em chamas mas estou fria
e eu penso que meu corpo não passa já de uma carne morta
então eu canto e a vida flue em meu corpo
eu canto, canto, como se não houvesse amanhã
porque talvez não haja
eu canto e algo em mim se acalma
o vento que sopra reclama
em brisas diferentes
e entra pela janela da casa
senta ao meu lado e beija-me
com aquela boca tão fria
então eu canto e a vida flue em meu corpo
eu canto, canto, como se não houvesse amanhã
como se fosse o meu último canto
porque talvez não haja amanhã
eu canto e algo em mim enfim se acalma
e eu digo estou morrendo aqui dentro
a casa arde em chamas mas estou fria
e eu penso que meu corpo não passa já de uma carne morta
então eu canto e a vida flue em meu corpo
eu canto, canto, como se não houvesse amanhã
porque talvez não haja
eu canto e algo em mim se acalma
o vento que sopra reclama
em brisas diferentes
e entra pela janela da casa
senta ao meu lado e beija-me
com aquela boca tão fria
então eu canto e a vida flue em meu corpo
eu canto, canto, como se não houvesse amanhã
como se fosse o meu último canto
porque talvez não haja amanhã
eu canto e algo em mim enfim se acalma
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