Nostalgia
A gente gosta de "substantivar" tudo. Numa completa falta de controle, tentamos controlar e nomear as coisas. E como se não bastasse isso, as "Adjetivamos" também! Classificar e qualificar as situações, os amores e os desencontros que encontram nossos corações tão descontrolados, fingem suprir algo.
A gente anda tão vazio. Vazio de amor. Vazio de amar e vazio de sofrer.
A gente pula de galho e pedra, numa hora lá no galho, outrora lá na pedra.
Tudo que passa por nós deixa um rastro que marca. Marca igual caneta permanente. Marca igual a permanência tua que foi tão destruidora.
Isso não era sobre amar.
Isso não era sobre sofrer.
Era uma forma de brincar com o português.
Assim como você brincava com meus cachos e me fazia rir como naquela vez...
Isso não era sobre nós dois.
Isso não era pra ser nostálgico.
Que nem aqueles d'javi que tínhamos quando nossos lábios e braços entrelaçados pediam por mais desse nosso amor trágico.
Isso não é sobre sentir saudade.
Isso não é sobre se arrepender.
Mas o que posso eu fazer, se até minhas poesias não esquecem de você.
A gente anda tão vazio. Vazio de amor. Vazio de amar e vazio de sofrer.
A gente pula de galho e pedra, numa hora lá no galho, outrora lá na pedra.
Tudo que passa por nós deixa um rastro que marca. Marca igual caneta permanente. Marca igual a permanência tua que foi tão destruidora.
Isso não era sobre amar.
Isso não era sobre sofrer.
Era uma forma de brincar com o português.
Assim como você brincava com meus cachos e me fazia rir como naquela vez...
Isso não era sobre nós dois.
Isso não era pra ser nostálgico.
Que nem aqueles d'javi que tínhamos quando nossos lábios e braços entrelaçados pediam por mais desse nosso amor trágico.
Isso não é sobre sentir saudade.
Isso não é sobre se arrepender.
Mas o que posso eu fazer, se até minhas poesias não esquecem de você.
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