Garrafas de veneno
Sozinho apenas, de novo, eu...
Quem sabe não fico sozinho.
Mais uma noite; só, quem sabe?
Bebendo de novo, às vezes, agora
Estou sozinho em casa, de novo,
Só, eu sopro a poeira da mesa
Para colocar a taça de vinho
Que eu vou beber sozinho.
De novo, nessa casa não tem
Ninguém para beber comigo!
Se eu grito ninguém ouve!
Se eu choro ninguém pergunta
Por quê; eu estou sozinho!
Bebendo mais uma garrafa...
De vinho seco que nem
Mais um daqueles perdidos
Que não têm ninguém
E nem onde cair morto
Já que estão sozinhos... no
Mundo ninguém te quer
Ver bem, ele te quer sozinho
Bebendo várias garrafas
De veneno: Desfaça o gosto
Do vinho, aqui estou eu
Em casa com ninguém, talvez
Eu fique de novo bebendo, mais,
Uma garrafa de vinho, sozinho.
Quem sabe não fico sozinho.
Mais uma noite; só, quem sabe?
Bebendo de novo, às vezes, agora
Estou sozinho em casa, de novo,
Só, eu sopro a poeira da mesa
Para colocar a taça de vinho
Que eu vou beber sozinho.
De novo, nessa casa não tem
Ninguém para beber comigo!
Se eu grito ninguém ouve!
Se eu choro ninguém pergunta
Por quê; eu estou sozinho!
Bebendo mais uma garrafa...
De vinho seco que nem
Mais um daqueles perdidos
Que não têm ninguém
E nem onde cair morto
Já que estão sozinhos... no
Mundo ninguém te quer
Ver bem, ele te quer sozinho
Bebendo várias garrafas
De veneno: Desfaça o gosto
Do vinho, aqui estou eu
Em casa com ninguém, talvez
Eu fique de novo bebendo, mais,
Uma garrafa de vinho, sozinho.
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