SEM CURA
O que será de mim se a vida prolongar?
Continuarei ferido sem cura ainda assim.
Em tristeza e solidão, sem sentir o chão,
Andando a voar numa nostálgica ilusão.
Em contar estrelas perdidas, sentado,
Malogrado, num badalado botequim,
Onde os bêbados à noite hão destilado,
Em suas gargantas as suas fracas almas.
Misturadas a bebidas fortes, gargalhando,
Com os sorrisos vazios de hálitos etílicos.
Don’t make sense uma noite sem doses,
Esperada lucidez com ondas calmas,
Se o mar da vida está levando revolto,
Em suas águas dores e suspiros poéticos.
Continuarei ferido sem cura ainda assim.
Em tristeza e solidão, sem sentir o chão,
Andando a voar numa nostálgica ilusão.
Em contar estrelas perdidas, sentado,
Malogrado, num badalado botequim,
Onde os bêbados à noite hão destilado,
Em suas gargantas as suas fracas almas.
Misturadas a bebidas fortes, gargalhando,
Com os sorrisos vazios de hálitos etílicos.
Don’t make sense uma noite sem doses,
Esperada lucidez com ondas calmas,
Se o mar da vida está levando revolto,
Em suas águas dores e suspiros poéticos.
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