Dono de nada
Achei que tinha algo nas mãos
Mas sempre estiveram vazias
Orgulho e ego eram órgãos
Dias bons eram utopias,
Para que o fogo me consuma espero
Imperador de cinzas estilo Nero
Nem sei ao menos o que quero
Sempre destruindo meu império,
Os Deuses já não me escutam
Mas o que mais poderia pedir
Meus soldados e povo lutam
Mas nunca chegaram a existir,
Nobreza e riqueza ilusória
Toda história foi inglória
Tudo que tive foi escória
Que vida de escassa vitória.
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Missy my love
Missy my love You are the sunshine I am happy that we love Each other Missy you give me Lots of kisses Sweater than honey Also dad You pl…
Aldo gabbay kraas
O Orvalho.
O Orvalho que nesta madrugada caem sobre esta terra ... é para renovar a reprodução de todas as sementes - de todas as espécies que irã…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palma zunkha
Deixa que o amor e o impulso
falem mais alto, ou melhor,
cantem por nós o que tiver
de ser cantado sem se preocupar
com o q…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Sapucaia
É inverno, estamos em julho,
sem flor e nenhum fruto.
Enquanto a querida sapucaia
repousa tranquila na praça,
O charme da mi…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski