NO LIMIAR DO AMOR QUE NÃO SE PERDEU

Foi-se a luz que antes brilhava doirada,
Ocultou-se tamanha grandeza amada.

Era um pomar carregado de delícias,
Árvores frutíferas de todas as espécies.

Onde os homens provaram as primícias
Alegrando seus corações com benesses.

É o fruto mais desejado que a vida,
O amor puro sem máculas que prevalece.

Em verdade o colo doce que a fornece,
A pedra e a fonte mais preciosa e cristalina.

Perdura-se no tempo e está guardado,
Esse amor poderoso que à vida conduz.

Que os homens o crucificaram calado e,
As mulheres choraram-no ao pé da cruz.
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