Delindo tua fúria (soneto)
Delindo tua fúria
*Delindo a rigidez da tua fúria
Abrandando o ânimo de tua exaltação
Dilui a discórdia sem causar injúria
Por fim beijei tua alma e coração
Cuidando melhorar-te mais, ainda
Fingi, não ouvir tuas imprecações
Se caminhasses nessa saga infinda
Despida de esperança, sem emoções
Certamente, cairias no abismo
Exaurida, seca completamente
Na tendência do totalitarismo
Hoje, vejo-te suavizada, moderada
És outra pessoa, vives contente
Diferente da mulher obstinada
•apagar;desvanecer
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
*Delindo a rigidez da tua fúria
Abrandando o ânimo de tua exaltação
Dilui a discórdia sem causar injúria
Por fim beijei tua alma e coração
Cuidando melhorar-te mais, ainda
Fingi, não ouvir tuas imprecações
Se caminhasses nessa saga infinda
Despida de esperança, sem emoções
Certamente, cairias no abismo
Exaurida, seca completamente
Na tendência do totalitarismo
Hoje, vejo-te suavizada, moderada
És outra pessoa, vives contente
Diferente da mulher obstinada
•apagar;desvanecer
Porangaba, 27/04/2013
Armando A. C. Garcia
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