Ninguém ama contrafeita
Ninguém ama contrafeita
Ninguém ama contrafeita
No amor a porta é estrita
Sempre a impor ao padecente
A dor que é decorrente
Da recusa, ao que ama
Pois não logra ver a trama
Que envolve o não querer
Do amor que viu nascer
Em seu peito acalentou
E a recusa o afastou
Dizendo que não interessa
Pois já o tirou da cabeça
Quando já não sente mais
O fascínio dos mortais
A atração chegou ao fim
Gelado, qual manequim !
São Paulo, 08/05/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu Blog: http://brisadapoesia.blogspot.com
Ninguém ama contrafeita
No amor a porta é estrita
Sempre a impor ao padecente
A dor que é decorrente
Da recusa, ao que ama
Pois não logra ver a trama
Que envolve o não querer
Do amor que viu nascer
Em seu peito acalentou
E a recusa o afastou
Dizendo que não interessa
Pois já o tirou da cabeça
Quando já não sente mais
O fascínio dos mortais
A atração chegou ao fim
Gelado, qual manequim !
São Paulo, 08/05/2013
Armando A. C. Garcia
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