Ventos de uma segunda-feira
Dizer-lhe-ei a verdade:
Sinto-me vazio por dentro,
Uma artéria pulsando por nada,
Um folha pairando ao vento.
Outrora fora diferente,
Havia um motivo para sorrir.
Mas a meteorologia falhou,
E o céu, fechou pra mim.
Nublado ele ficou,
Mas não fora uma tempestade,
Não foste outro devaneio,
Era a dor da realidade.
Àquela que eu fugia
Por não aceitar tua partida.
Tua luz não mais fulgura,
Não guia minha vida.
Sem tu, definhei aos prantos.
E não é uma descrição dramatúrgica.
É como um trovador sem suas linhas
Ou um bardo sem tua música.
Sinto-me vazio por dentro,
Uma artéria pulsando por nada,
Um folha pairando ao vento.
Outrora fora diferente,
Havia um motivo para sorrir.
Mas a meteorologia falhou,
E o céu, fechou pra mim.
Nublado ele ficou,
Mas não fora uma tempestade,
Não foste outro devaneio,
Era a dor da realidade.
Àquela que eu fugia
Por não aceitar tua partida.
Tua luz não mais fulgura,
Não guia minha vida.
Sem tu, definhei aos prantos.
E não é uma descrição dramatúrgica.
É como um trovador sem suas linhas
Ou um bardo sem tua música.
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