Parabolas

Parabolas
Olha,
o tecer das linhas
na construção, doi-me
a roca tecendo.
Em mãos ageis
em rapidez frenéticos
empunha a linha
tecendo candura.
A cada pétala,
tingida, vibra
o atrever do esforço
cotido.
Voa,
o perfume obtido
em misturas dosadas
do necta obtido.
Como algodão,
alvo e macio
banha-se o cisne
em águas azuis.
Seria teu atrevimento,
dançando em meio lago
em profundas ondas
lavando as plumas!
ltslima
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*