FAÇA-ME SUA (erótico)
Ah! amor, amor... faça-me sua...
Em meu corpo só há o teu perfume
Os meus poros transpiram o teu suor
A minha pele queima em ardume.
Ah! amor, amor... faça-me sua,...
Pegue-me em seus fortes braços
Estou aqui expostamente nua
Me aprisione em um abraço.
Ah! amor, amor... faça-me sua...
Supra os prazeres meus
E eu realizarei todos os seus
Venha... puxe meus cabelos
misture-os entre os seus pêlos
Ah! amor, amor... faça-me sua...
Me dê um colinho, me arraste para a cama
Seja a mangueira à apagar minha chama
Coloque um fim neste meu drama.
Ah amor, amor... faça-me sua...
Venha ser do meu corpo o cobertor
Aquece... cobre, me matar de amor
Eu me entrego a qualquer preço
Sou de graça, me vire pelo avesso.
Ah! amor, amor... faça-me sua
Estou leve, solta e à toa
Então na boa...
Me confesse, revele suas vontades
Mostre, desnude sem meias verdades.
Ah! amor, amor... faça-me sua
Esqueça que em volta há um mundo
Não pense, nem lembre de nada
Vamos mergulhar, ir ao mais profundo
Deste amor, fazendo amor de madrugada.
Ah! amor, amor... faça-me sua
Relaxe e me deixe te levar ao delírio
Aqui uma carícia... lá um toque sequioso
Provocante espasmo... doce martírio
Trêmulas contrações... delirante gozo!
Cleia Mutti Fialho
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Um casal ( a terra e o humano )
Nossa criação humana sempre foi muito bela... desde a formação desta magnifica terra - nada foi criado contra o homem e a mulher... pelo …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Texto sobre o amor.
Minha noite é uma caminhada para o dia... que vem em silêncio se aproximando em cantos de chiados por passarinhos - meus olhos estão quei…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael