O canalha que todos querem do lado.
Boçal e impertinente canalha
Mas aquele que queres do lado
Bobo da corte que diverte quando fala
E poeta, especialmente quando cala,
Sou aquela piscina de futilidade
Quando o calor do tédio ataca
Maturidade é divergente a idade
O trovador de piadas da casa,
Aquele mal necessário da rotina
Quando a seriedade aparece
Riso inquebrável igual platina
Que de más energias carece,
Livro todos da monotonia diária
E tudo isso faço de graça
Deixando a vida mais hilária
Verdadeira alma milionária.
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