OLHOS VERDES II
Olhos verdes, quão surpreendentes!
Minha carência por teu amor é tanta
Congela-me os teus olhos reluzentes
Na expressão do teu rosto que me abrilhanta.
Porque é forte e cortante a lâmina
Que penetra e alcança o indivisível
E chora a alma a solidão que abomina
Almejando um amor real que a faça risível.
Se tu fosses olhos verdes o meu bem
Te daria a paz das leves e suaves brisas
Te aprovaria em meu coração com amém
A tocaria com a leveza de calmas águas.
Mas injusto é este meu mundo de amar
Tanto para dar e nada para receber
Tudo na minha vida poderia mudar
Se tu olhos verdes pudesses me perceber.
Minha carência por teu amor é tanta
Congela-me os teus olhos reluzentes
Na expressão do teu rosto que me abrilhanta.
Porque é forte e cortante a lâmina
Que penetra e alcança o indivisível
E chora a alma a solidão que abomina
Almejando um amor real que a faça risível.
Se tu fosses olhos verdes o meu bem
Te daria a paz das leves e suaves brisas
Te aprovaria em meu coração com amém
A tocaria com a leveza de calmas águas.
Mas injusto é este meu mundo de amar
Tanto para dar e nada para receber
Tudo na minha vida poderia mudar
Se tu olhos verdes pudesses me perceber.