AVISEM OS DISTRAÍDOS
Avisem os distraídos que eu voltei.
Aos que se encontravam confortáveis,
Não se assustem porque exalo a paz.
Aos que se diziam fiéis e notáveis,
Não se desesperem, não sou a lei.
Não os sinto mais importantes de antes,
Perderam o encanto do medo loquaz.
Já não fazem mais barulhos gigantes.
Andam encurvados, dobraram a cerviz,
Hipócritas coragens, irrelevantes ardis.
Perderam a luz por insignificância,
Não veem mais à distância de um dedo.
O pulsante amolece e volta à infância,
Se o corte é reto sem nenhum segredo.
Para que demonstrar tanta jactância?
Aos que se encontravam confortáveis,
Não se assustem porque exalo a paz.
Aos que se diziam fiéis e notáveis,
Não se desesperem, não sou a lei.
Não os sinto mais importantes de antes,
Perderam o encanto do medo loquaz.
Já não fazem mais barulhos gigantes.
Andam encurvados, dobraram a cerviz,
Hipócritas coragens, irrelevantes ardis.
Perderam a luz por insignificância,
Não veem mais à distância de um dedo.
O pulsante amolece e volta à infância,
Se o corte é reto sem nenhum segredo.
Para que demonstrar tanta jactância?