OLHOS VERDES IV
Olhos verdes, imaginariamente a amo
O meu coração é um imenso mar
Triste entender tu não ouvires quando a chamo
Todavia é gostoso te ver e poder sonhar.
Passas por mim, sempre a contemplo
Alimentas-me a ilusão das paixões vendadas
Quanta esperança em te habitar em meu templo
Benditos olhos verdes folhas sagradas.
Ó moça tão abrilhantada! Sol da manhã, bela canção
Tu por mim és aclamada beleza natural
Uma obra perfeita que no meu ser causa emoção
Olhos verdes não me sabes, és a cura do meu mal.
Quem sabe tu te despertes e o impossível aconteça
E descubra este pobre e amável sonhador
Que tropeces em mim mesmo que eu não te mereça
Mas dedico-te em a amar-te e a matar-te de amor.
O meu coração é um imenso mar
Triste entender tu não ouvires quando a chamo
Todavia é gostoso te ver e poder sonhar.
Passas por mim, sempre a contemplo
Alimentas-me a ilusão das paixões vendadas
Quanta esperança em te habitar em meu templo
Benditos olhos verdes folhas sagradas.
Ó moça tão abrilhantada! Sol da manhã, bela canção
Tu por mim és aclamada beleza natural
Uma obra perfeita que no meu ser causa emoção
Olhos verdes não me sabes, és a cura do meu mal.
Quem sabe tu te despertes e o impossível aconteça
E descubra este pobre e amável sonhador
Que tropeces em mim mesmo que eu não te mereça
Mas dedico-te em a amar-te e a matar-te de amor.
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