SEM UM AO OUTRO E SEM JEOVÁ
Sem um ao outro fomos tão pequenos:
Pior metade vã do que nos falta.
Sem Jeová, já somos muito menos.
Nós, como os que não sabem os terrenos
Em que pisaram de maneira incauta,
Sem um ao outro, fomos tão pequenos.
Olhando os céus tão límpidos, serenos,
Nós, na montanha cada vez mais alta,
Sem Jeová, já somos muito menos.
Nós, com pavor do adeus, de alguns acenos,
Do coração que sai da boca e salta,
Sem um ao outro fomos tão pequenos.
Nós, como quem em vão viaja a Vênus,
No espaço sem o traje de astronauta,
Sem Jeová, já somos muito menos.
Se presunção e orgulho são venenos,
Modéstia e humildade nos exalta.
Sem um ao outro fomos tão pequenos.
Sem Jeová, já somos muito menos.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Vilanela escrita para a minha esposa INGRID ROSA em: 26/05/2015)
Pior metade vã do que nos falta.
Sem Jeová, já somos muito menos.
Nós, como os que não sabem os terrenos
Em que pisaram de maneira incauta,
Sem um ao outro, fomos tão pequenos.
Olhando os céus tão límpidos, serenos,
Nós, na montanha cada vez mais alta,
Sem Jeová, já somos muito menos.
Nós, com pavor do adeus, de alguns acenos,
Do coração que sai da boca e salta,
Sem um ao outro fomos tão pequenos.
Nós, como quem em vão viaja a Vênus,
No espaço sem o traje de astronauta,
Sem Jeová, já somos muito menos.
Se presunção e orgulho são venenos,
Modéstia e humildade nos exalta.
Sem um ao outro fomos tão pequenos.
Sem Jeová, já somos muito menos.
(Autor: EDEN SANTOS OLIVEIRA. Vilanela escrita para a minha esposa INGRID ROSA em: 26/05/2015)
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*
Palavras escritas.
Tudo que escrevo se torna em vão - não há resposta das palavras escritas : com muito amor e muita alegria - satisfação. Tudo que penso …
Ademir D.Zanotelli *Poeta*