Dói-me ver-te
Dói-me ver-te
Dói-me ver-te com a alma entalhada
Entre as efêmeras teias da mentira
A natureza espiritual estraçalhada
Tal sombra perdida, que não se retira
Conquanto a dardejares impropérios
Blasfemando imprecações duvidosas
- Não te trarão alívio, ou refrigério
Enquanto tuas obras não forem virtuosas
Dói-me ver-te no ancoradouro do destino
Qual barco sem forças de singrar o mar
Que fica atracado no cais e sem tino
E que de lá não sai, nunca, nunca mais.
Esquecendo que seu destino é navegar.
Não quero mais ver-te, ancorada no cais !
Porangaba, 14/06/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Dói-me ver-te com a alma entalhada
Entre as efêmeras teias da mentira
A natureza espiritual estraçalhada
Tal sombra perdida, que não se retira
Conquanto a dardejares impropérios
Blasfemando imprecações duvidosas
- Não te trarão alívio, ou refrigério
Enquanto tuas obras não forem virtuosas
Dói-me ver-te no ancoradouro do destino
Qual barco sem forças de singrar o mar
Que fica atracado no cais e sem tino
E que de lá não sai, nunca, nunca mais.
Esquecendo que seu destino é navegar.
Não quero mais ver-te, ancorada no cais !
Porangaba, 14/06/2013
Armando A. C. Garcia
Visite meu blog:
http://brisadapoesia.blogspot.com
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal
sombras na lua
eu queria tocar mais a fundo onde está tudo tão escuro muito além do que é eu queria galgar este muro porque meu mundo avulta-se como eu…
Kátia Surreal