O MISTÉRIO DE ANA!
... quando ela chegou,
olhamo-nos e logo senti que algo imediato
e inédito se me apoderava,
então, surpreende-me indagando
por que eu me demorava com os olhos
em seus seios apontando debaixo
da blusa,
e me perguntou
se eu, o menino dos seus sonhos,
não gostaria de brincar
com ela:
irresistivelmente,
não só brinquei, mas também amei,
dancei, beijei, trepei
e, depois que ela se foi,
solitamente me morri aqui!
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Coruja Doce ê..
Julian Lael
Porque inteligência é tão braba, Não há como fugir dela pinguim; E age na surdina, logo acaba, Com o intelecto do mai…
Julian Lael
Taberna do Sol Poente
Dodge Leal
A trilha da dor não é eterna, E me formei com diplomas... Meu Deus! — naquela taberna! Mas lá é a ruína dos axiomas.…
Julian Lael
Tudo o que pedi
Juntos, sem questionar,
no ritmo de Caribe clássico,
muito além dos petroglifos.
Ler com o que há de mais fino:
o casamento s…
Anna Flávia Schmitt Wyse Baranski
Carta lacrada.
Esta carta lacrada em selo vermelho é para ti... que nunca irei conhecer... pois nunca me observou andando nas ruas desertas de minha cid…
Ademir D.Zanotelli *Poeta*