Aspereza
Cegos, somos nós,
Temos tantas histórias bonitas para escrever, mas cadê você?
Por onde escoam os amores não dados?
Devo esquecer?
Pelos ralos da vida, eu vi descer,
Meu coração está na garganta,
Doido para gritar,
Desejar não é querer,
Engana-me a razão, com sua aspereza,
Que caso se justifique,
Eis o que dói,
Dói com certeza,
Talvez, rasgue mais ainda
Esse peito desprovido de defesas,
Essa feia ferida que não cicatriza,
E essa falta de encontro em vão,
Entre o seu e o meu coração,
Doido pra gritar,
Vou ainda lhe beijar,
Ilude-me então, a paixão...
Cegos, somos nós,
Temos tantas histórias bonitas para escrever, mas cadê você?
Por onde escoam os amores não dados?
Devo esquecer?
Pelos ralos da vida, eu vi descer,
Meu coração está na garganta,
Doido para gritar,
Desejar não é querer,
Engana-me a razão, com sua aspereza,
Que caso se justifique,
Eis o que dói,
Dói com certeza,
Talvez, rasgue mais ainda
Esse peito desprovido de defesas,
Essa feia ferida que não cicatriza,
E essa falta de encontro em vão,
Entre o seu e o meu coração,
Doido pra gritar,
Vou ainda lhe beijar,
Ilude-me então, a paixão...
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