MEUS POEMAS SOBRE O ALTAR-MOR
Não há como não ver o que tem ao redor
É preciso ser distraído ao extremo
Quando a poesia produz um bem maior
Então cada verso tem um valor supremo
Tudo fica lindo e suave ao nosso redor
Para espairecer pego o meu barco e remo
Coloco meus poemas sobre o altar-mor
Saio por ai velejando e nada temo
Aprecio a beleza da natureza ao derredor
Não há como não ver o que tem ao redor
É preciso ser distraído ao extremo!
É preciso ser distraído ao extremo
Quando a poesia produz um bem maior
Então cada verso tem um valor supremo
Tudo fica lindo e suave ao nosso redor
Para espairecer pego o meu barco e remo
Coloco meus poemas sobre o altar-mor
Saio por ai velejando e nada temo
Aprecio a beleza da natureza ao derredor
Não há como não ver o que tem ao redor
É preciso ser distraído ao extremo!
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