O homem do campo
Os arranha-céus da cidade,
Os grandes pássaros de prata,
Não pagam a felicidade
Do homem que vive na mata.
Nem o túnel turtuoso,
Nem praça, nem viadito,
Nada disso é mais vistoso
Que o bem viver do matuto.
Os grandes pássaros de prata,
Não pagam a felicidade
Do homem que vive na mata.
Nem o túnel turtuoso,
Nem praça, nem viadito,
Nada disso é mais vistoso
Que o bem viver do matuto.
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