Poema da Ampulheta
Sorrisos largos de olhares demoníacos nadamos nas superfícies dos mares e ainda não conhecemos as suas profundezas nem nós conhecemos por uma viveriam lá a cada dia que chega ao fim eu fico mas perto da minha morte
Troca de peles em dualidades serviçais esse é a prova para passar por uma tempestade. A missão do existir as tristezas que vem do envelhecer, novas dores de corpo males da alma. Alma do corpo entre a alma além corpo! Mesmo estando morto, esteja vivo em legados memóriais de um poeta morto. Qual a base do corpo?
Me ponho de pé
Fronte a frente no momento presente não tenho mas dúvidas do caminho mas as vezes tento fugir do meu destino.
E ir para bem longe o medo te faz correr ou ficar e se acostumar com você mesmo. Eu sou trevas e você é apenas escuridão, Eu irei morrer e renascer das cinzas como se fosse um poeta em ascensão.
Troca de peles em dualidades serviçais esse é a prova para passar por uma tempestade. A missão do existir as tristezas que vem do envelhecer, novas dores de corpo males da alma. Alma do corpo entre a alma além corpo! Mesmo estando morto, esteja vivo em legados memóriais de um poeta morto. Qual a base do corpo?
Me ponho de pé
Fronte a frente no momento presente não tenho mas dúvidas do caminho mas as vezes tento fugir do meu destino.
E ir para bem longe o medo te faz correr ou ficar e se acostumar com você mesmo. Eu sou trevas e você é apenas escuridão, Eu irei morrer e renascer das cinzas como se fosse um poeta em ascensão.
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