Flâmula
Latejantes pulsos de ciprestes mastros
Envergados ao vento hasteado pendem
Suas folhas verdes flâmulas destas matas
Em que a lenha do forno do pão que assa
Vira na brasa e o perfume que irradia
Incendeia com cheiro de fumaça
O pio do quero-quero que o território marca
Inspiração que vai e vêm como vento além
Assanha a mente em versos na alma
De querer sempre o bem do presente
A enxada afiada preparada
Para a labuta da roça na invernada
Catando abrolhos dos brotos
Desta vida peregrina calejada
Pedro Luiz Almeida
Envergados ao vento hasteado pendem
Suas folhas verdes flâmulas destas matas
Em que a lenha do forno do pão que assa
Vira na brasa e o perfume que irradia
Incendeia com cheiro de fumaça
O pio do quero-quero que o território marca
Inspiração que vai e vêm como vento além
Assanha a mente em versos na alma
De querer sempre o bem do presente
A enxada afiada preparada
Para a labuta da roça na invernada
Catando abrolhos dos brotos
Desta vida peregrina calejada
Pedro Luiz Almeida
Comentários (0)
Iniciar sessão
para publicar um comentário.
Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.
Outros poemas de participantes
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Pedaços de ilusões ! - 09/09/2026
Sinto pedaços de ilusões
Adejando em minha mente,
São vel…
Armando A. C. Garcia
zumbilésbia
ela foge e a cidade está tomada o camarada surge em sua mente qual mestre dos magos orientando-lhe na fuga que a situação é de luta todos…
Kátia Surreal
If I didn't had your love
If I didn't had your love My Father I would not be able to live Without your love Please Father give me Some love Because I know that You…
Aldo gabbay kraas
as músicas que escolho
posto poucas não há segredos só pretextos uma falsa trilha sonora regendo o percurso do dia hoje então me descubro quase um segundo quem…
Kátia Surreal