Sem tempo para brincar II



Mudam-se os tempos e as vontades
Mas a voz lenta e embarcada ultrapassa
A barreira do som num lamento quase envergonhado

Verga-se até o semblante de uma face fatigada
Onde se consomem mórbidos silêncios
Teimosamente plantados numa esperança subjugada

Frederico de Castro
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